Quase Deuses: melhor filme que assisti nos últimos meses

10 de jan de 2014
Eu fiquei emocionado quando o filme terminou. Em uma das aulas de Raio-X veterinário (que por sinal é uma matéria muito bacana!), o professor Ricardo indicou que minha turma assistisse para a realização de um trabalho avaliativo e no final das contas foi uma lição de vida. Não, esta obra está longe de ser aquelas histórias melosas que frequentemente fazem sucesso no cinema americano (embora o filme seja americano e de 2004), muito menos apelações para temáticas de morte, desastres ou qualquer outra coisa do tipo. O fato é que esse é um filme  verídico sobre superação, e histórias de superação sempre são comoventes e inspiradoras - pelo menos pra mim - ainda mais por envolver a história de uma pessoa apaixonada pela medicina e por tentar achar a cura de uma doença que estava matando bebês. Engana-se, porém, quem acha que a emoção está apenas aí.

O filme do diretor Joseph Sargent ("Jornada Nas Estrelas", "Mandela e De Klerk") conta a história de um marceneiro negro Vivien Thomas, atuado por Mos Def ( "A Última Ceia", "Ilha dos Mortos", "12 Horas Até o Amanhecer"), que vive honestamente fazendo seu trabalho em Nashville. Década de 30, Grande Depressão e o homem perde todas as economias que juntou durante anos para fazer a tão sonhada faculdade de medicina com a falência do banco onde guardava o dinheiro. O que fazer? Pra não ficar na pior, Vivien arranja um emprego de faxineiro, trabalhando para um médico conceituado chamado Alfred Blalock ( Alan Rickman, o Severo Snape de "Harry Potter"), homem ríspido, ignorante e que a princípio não enxergava muito bem suas qualidades.

Hora Certa

4 de jan de 2014

 Este é um bom momento para recomeçar. Assim o farei com todas as minhas forças. Quero ser mais atencioso com as pessoas que amo. Quero falar mais "eu te amo". Quero rever meus amigos distantes, passear nos parques, respirar ar fresco. Quero estudar mais, correr atrás dos meus objetivos. Desta vez vou fazer acontecer. Quero escrever e ler mais vezes, expressar meus sentimentos. Falar o que penso sem me preocupar com o que irão dizer. Quero que meus sonhos virem realidade e meus medos apenas pensamentos esquecidos. Quero matar saudades, reviver bons momentos, colecionar histórias felizes, acreditar que podemos ser o que queremos ser. O ano de 2013 foi tudo o que eu não queria que fosse. Uma onda de sentimentos fria. Talvez seja hora de agir e pôr em prática o que acredito. Eu quero acreditar que esse ano será diferente. O sol está lá fora e vou correr e sentir o calor aquecer meu corpo. Quero mergulhar no mar, vislumbrar o céu. Quero ter mais tempo pra mim. Quero esquecer o que não vale a pena lembrar. Sempre acho que a tristeza pode nos matar. Engano meu. A tristeza não mata. O que mata é o nada, o não sentir, e eu sinto muito. Hoje me sinto um herói virado ao avesso. Cheguei, apesar de tudo, eu cheguei e tentei, e isso é tudo. Você também chegou. Comemore. Ainda dá tempo de ser feliz! Nem tudo foi divertido. A certeza que tenho é que lá na frente é mais bonito e todas as adversidades da vida nos fazem ficar mais fortes. Por isso quero seguir em frente e escrever novos capítulos dessa jornada. Ainda não acabou, pelo contrário, só está começando. Feliz 2014!



-Helio Filho
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