Devaneios De Uma Tarde Qualquer

26 de jul de 2012

Hoje eu penso que os dias devem ser do jeito que são – ou pelo menos a maioria deles. Tem situações que são essenciais naquele momento, no dia certo, na hora que devem existir. Por mais que eu me pergunte o porquê de certas coisas acontecerem comigo ou com outras pessoas, nunca encontro uma resposta definitiva e isso às vezes me deixa mais pensativo e sonhador do que sou.

Só que muitas vezes essas respostas só aparecem mais tarde, quando numa tarde qualquer percebemos a existência e a importância daquela realidade. Muitas vezes precisamos aprender com o passado, com a vivência de tudo aquilo que fez parte dos momentos.  E talvez, perceber a importância estando neles não faria tanta diferença assim como faz agora, quando só as lembranças aparecem.

Novo Twitter

18 de jul de 2012
Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Estou aqui apenas para mostrar que estou vivo (apesar de muito ocupado com os estudos) e que enfim fiz um novo twitter para participar de uma brincadeira que a banda Flyleaf fez no facebook.

A banda está pedindo que os fãs mandem via twitter trabalhos artísticos, montagens, qualquer coisa que possa representar o novo álbum de estúdio "New Horizons" que será lançado ainda esse ano . Os melhores trabalhos são postados no facebook oficial deles. Eu não poderia deixar de participar né? Fiz minha versão da capa do álbum a partir de uma imagem que encontrei na internet e sem esperanças enviei para a banda. Não é que ela gostou? Colocaram a foto no facebook e ainda favoritaram o meu tweet! Nem acreditei quando vi. Mais de 400 pessoas curtiram e eu fiquei muito, muito feliz! Não é todo dia que isso acontece né? Surreal ter seu primeiro tweet favoritado logo por quem? Flyleaf! Meu amor pela banda cresceu mais ainda depois desse acontecimento, sem dúvidas. 


Na Natureza Selvagem

1 de jul de 2012



Assisti um pedaço do filme “Na Natureza Selvagem” (Into The Wild) na aula de redação do cursinho pré-vestibular há algumas semanas atrás. Sendo coincidência ou não com minha vida, o professor comentava sobre como nós, seres humanos, podemos tomar decisões e mudar nossas vidas e como isso poderia afetá-las. Além disso, discutíamos também a individualidade de cada pessoa e a sociedade de consumo que faz o mundo contemporâneo ser sujeito dos seus atos e ao mesmo tempo um objeto deles.

A citação “O homem é um ser-no-mundo” do filósofo Heidegger nos fez pensar muito sobre o mundo capitalista que nos induz a ser algo sempre maior do que imaginamos, a constante ideia de que sempre precisamos nos tornar algo, o “ser algo” no mundo. Escolhido perfeitamente, o filme de Sean Penn se encaixou perfeitamente nessas temáticas. Não pude deixar, lógico, de assistir a obra inteira depois.

 Christopher McCandless é um jovem de 22 anos, recém-formado que decide abandonar sua vida cotidiana em busca de um desejo interior que faz parte dos seus ideais de vida. Totalmente contra o mundo materialista, ele doa todo o seu dinheiro juntado durante anos para uma instituição de caridade, abandona a casa dos pais sem nem mesmo se despedir e sai pela estrada rumo ao Alasca, para viver longe das relações humanas por ele chamadas de hipócritas e cheias de mentira. McCandless queria viver em contato com a natureza, longe de tudo que pudesse ser criado pelo homem consumista, materialista.
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