Cântico II

25 de nov de 2011
Não sejas o de hoje.
Não suspires por ontens...
Não queiras ser o de amanhã.
Faze-te sem limites no tempo.
Vê a tua vida em todas as origens.
Em todas as existências.
Em todas as mortes.
E sabes que serás assim para sempre.
Não queiras marcar a tua passagem.
Ela prossegue:
É a passagem que se continua.
É a tua eternidade...
É a eternidade..
És tu.

Cecília Meireles

5 comentários:

  1. Belo poema! Cecília é perfeita!

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  2. Bem bonito!
    Não conheço mto Cecília Meireles, mas é um poema admirável. =)

    Beijos!

    http://rejane-ferreira.blogspot.com/

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  3. Amei o poema!

    Parabéns, seu blog é lindo!


    Bjs :)

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  4. Esse vem e vai da alma é contínuo, até que ela conclua definitivamente o curso na escola terrena.

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